Textos categorizados 'treta'

Ah, Amy…

por Bruno Silva

E ela não se cansa de ser um bom motivo para postar no blog. Amy Winehouse mais uma vez nas notícias. Calma, nada digno do The Sun, então, se estiver esperando algum BCP&T, não achará.

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Vai tomar no cu!

por Bruno Silva

Só para liberar minha raiva e meu desapontamento pelo preço dos ingressos para o show do cara acima.

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Vencedores de Sundance e Tarantino Troca-Tapas

por Bruno Silva

O principal festival de cinema independete dos EUA, o Festival de Sundance, anuncia seus vencedores.

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Censura das bravas tira CS e EverQuest do mercado.

pendurando a escopeta
Por Marcus Oliveira

Eu tentei evitar esse assunto aqui, pois queria antes ver no que ia dar.
E deu merda.
Pra quem não sabe o que tá acontecendo, no dia 18 desse mês o PROCON de Goias lançou essa nota oficial:

“Em cumprimento de decisão judicial proferida pelo Juízo da 17a Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, válida em todo o território nacional, nos autos da Ação Civil Pública n° 2002.38.00.046529-6, o PROCON/GO está apreendendo no Estado de Goiás os jogos virtuais de vídeo-games e computadores: “Counter-Strike” e “Everquest”, que foram considerados impróprios para o consumo, na medida em que são nocivos à saúde dos consumidores, em ofensa ao disposto nos artigos 6, I, 8, 10 e 39, IV, todos do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

O jogo “Counter Strike” (reféns, bomba, fuga, assassinato, armas, técnicas de guerra, táticas de guerrilha) reproduz a guerra entre bandidos e policiais e impressiona pelo realismo. O jogo foi criado nos Estados Unidos e adaptado para o Brasil. No vídeo-game, traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas. A polícia invade o local e é recebida a tiros.

O participante pode escolher o lado do crime: virar bandido para defender a favela sob seu domínio. Quanto mais PM´s matar, mais pontos. A trilha sonora é um funk proibido. Nessa escala de violência, cada um escolhe suas armas: pistolas, fuzis e granadas. Na visão de especialistas, o jogo ensina técnicas de guerra, haja vista o jogador deve ter conhecimento sobre táticas de esconderijo, como se estivesse numa guerrilha.

O jogo “Everquest” leva o jogador ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos pesados; pois as tarefas que este recebe, podem ser boas ou más. As más vão de mentiras, subornos e até assassinatos, que muitas vezes depois de executados, o jogador fica sabendo (ou não) que era apenas uma armadilha para ser testado para entrar em um clã (grupo).

Os jogos violentos ou que tragam a tônica da violência são capazes de formar indivíduos agressivos, sobressaindo evidente que é forte o seu poder de influência sobre o psiquismo, reforçando atitudes agressivas em certos indivíduos e grupos sociais.

Todo consumidor goiano que se deparar com a distribuição e comercialização dos jogos virtuais “Counter-Strike” e “Everquest” deve acionar o PROCON/GO, via telefone 151 ou por meio do e-mail: consulta@procon.go.gov.br, visando a apreensão destes produtos.”
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Da série “Ai meu saco”: Mulher-Maravilha, feminismo, playboy e as polêmicas pedantes.

só
Por Marcus Oliveira

Acho que todo mundo deve saber que já tem uma polêmica séria rolando la na terra do Tio Sam, coisa de looooonga data, sobre o machismo nos quadrinhos americanos. A mulherada diz que a imagem da mulher nos gibis é ultrapassada e denegrida, essa coisa toda.
Não que eu discorde, é bem verdadeira essa afirmação. Mas nesse tipo de discussão eu sempre prefiri não meter o bedelho, porque politicagem (e convenhamos, ficar descendo o pau na inocentíssima classe nerd só pode ser palanque) não é minha praia e eu, sinceramente, acho tudo isso muito chato.
Mas essa notícia ultrapassou qualquer limite, e eu vou ter que falar.

Aconteceu assim: A modelo Tiffany Fallon (que, vamos combinar, é uma bealdade) foi capa da playboy americana de fevereiro, vestida de Mulher-Maravilha… Tá, mais ou menos vestida: O uniforme foi pintado no corpo dela, mas, ei! Ela está usando as botas!
Veja a foto depois do “continue”…
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Quanta negada!

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