Já pensou o que aconteceria se o Tom pegasse o Jerry? Ou o Frajola conseguisse se safar da Vovó e comer o Piu-Piu? Ou mais inimaginável ainda, o Coiote conseguindo pegar o Papa-Léguas? Pois é, um filho de um artista imaginou e o pai roubou a idéia e fez uma exposição com ela. Essa é Splatter.
Li outro dia uma entrevista com o Kid Vinil e nela ele falava que faltava humor no rock brasileiro atual. Não sei se concordo se falta, mas, com certeza, uma das coisas mais marcantes no rock brasileiro sempre foi o humor, escrachado ou não. Escreverei alguns posts contando a saga das risadas no Rock’n'Roll nacional.
Em primeiro lugar, preciso pedir desculpas por minha ausência do blog nos últimos tempos. Pronto. Em segundo lugar, preciso pedir que qualquer pessoa que desgoste de filmes de terror não clique em “Continue lendo”.
O ócio cria coisas estupendas. Ainda mais quando o ócio é em grupo, chega a dar gosto de ver a quantidades de coisas que são criadas ou recordadas nos momentos de vagabundagem. Hoje recordei de certas vinhetas.
Gripe com febre é realmente uma maravilha. Ela te conduz ao tédio e o tédio te leva a lugares mágicos nunca dantes desbravados da internet. Como um site, por exemplo, aonde você descobre quantas crianças de 5 anos você tem culhões de encarar na porrada. Eu aguento 39, pegando leve.
Aproveitei também para descobrir se estava apto a sobreviver à uma epidêmia de zumbis. De acordo com o quiz, eu como zumbis no café da manhã. O próximo passo é descobrir com quantas crianças-zumbis de 5 anos de idade eu posso tretar.
E mudando totalmente de assunto, mas não tão totalmente assim, alguém aí já foi assistir aquele filminho super família?
Não sei porque, mas achei essa imagem simplesmente sublime.
Domingo de tarde. Nada pra fazer. Vamos ao cinema. O filme legal acabou de começar e aí que entra em cena nosso espírito trash. Vamos desperdiçar nossos 8,50 assistindo Espartalhões (Meet the Spartans)! Nada mais justo.
Me apaixonei perdidamente por essas duas damas da foto acima depois assistir Juno, dirígido pelo jovem Jason Reitman, o mesmo de Obrigado por fumar. A garotinha à esquerda da foto é Ellen Page, que aos 20 anos de idade recebeu uma indicação muito mais do que merecida ao oscar de melhor atriz pelo papel de Juno McGuff (E quem aqui, como eu, acha que ela merecia o prêmio?). A mulher à direita é Diablo Cody, blogger, ex-stripper e vencedora do oscar de melhor roteiro original de 2008 por este filme delícioso.
Simplesmente delícioso. Não consigo encontrar outra palava para descreve-lo. Se fosse usar termos técnicos, diria que é um filme competente em todos os aspectos, da direção aos atores. Mas Juno não pode nem deve ser descrito com termos técnicos. Precisamos trabalhar no crucial desse filme, e o motivo pelo qual me apaixonei pelas essas garotas da foto: A sensibilidade e a beleza com que são tratados todos os delicados temas, num equilíbrio perfeito entre humor e drama, risos e lágrimas.
Globo ou TNT? José Wilker ou Rubens Ewald Filho? Tanto faz, os dois são chatos. De qualquer forma, vai ter que ser Globo, não tenho TNT. Merda. Esperamos o BBB8. Espero realmente que tenha tecla SAP. Não. Tá, vamos lá curtir uma bela tradução simultânea. “ha ha, ele fez uma piada.”
Assisti à cerimônia de entrega dos Oscars desse ano com o companheiro Marcus. Como sempre foi chato, mas é legal.
Falando em Tiririca, acabei de lembrar em como a TV brasileira é baseada em seres anormais. Gente bizarra fazendo audiência e vivendo no imaginário popular.
Fala negada!