Textos categorizados 'pra chorar'

Ciberlágrimas

por Bruno Silva

Todo mundo sabe que máquinas não têm sentimentos. Ou ao menos supõe-se. Seres altamente lógicos criados para as tarefas burocráticas que os humanos estavam com preguiça de continuar fazendo. Pobres seres explorados e incompreendidos. Acontece que não consigo ver um robozinho choroso, um computadorzinho sofrido que me dá muita dó. Fico realmente sentido.

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Pô, Metallica…

por Bruno Silva

Assim como o Oasis, o Metallica também está fazendo disco novo e já divulgaram uma música do novo álbum junto com alguns outros fragmentos de músicas. Sabe, me dói dizer isso, mas acho que o tempo deles já foi.

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Morre baterista do Kraftwerk

por Bruno Silva

Quem me conhece sabe a paixão que tenho por essa banda. Acho-os absolutamente fodas. Pra quem não conhece, eles foram simplesmente os caras que inventaram a música eletrônica, ou seja, sem eles uma parte considerável da música moderna não existiria. E o batidão que você escuta hoje é uma versão moderna das batidas criadas pelo finado.

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Aaaah, não!

por Bruno Silva

Estão rolando boatos de que haverá uma continuação do Alien vs Predador. Meu, chega né? Pior que fazer merda é insistir nela.

Três acordes e a verdade

por Bruno Silva

Acho engraçado como os guitarristas de Blues têm as melhores estórias. São figuras quase folclóricas, meio que a versão Mississippi do malandro carioca. Começou com a venda da alma ao diabo, depois alguns entraram num prédio em chamas por sua querida guitarra, outros morreram engasganos no próprio vômito, e outros ainda morreram porque fizeram a curva pro lado errado. Hoje descobri mais outra figura. Pena que foi tarde demais.

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Juno.

Amores da minha vida
Por Marcus de Oliveira

Me apaixonei perdidamente por essas duas damas da foto acima depois assistir Juno, dirígido pelo jovem Jason Reitman, o mesmo de Obrigado por fumar. A garotinha à esquerda da foto é Ellen Page, que aos 20 anos de idade recebeu uma indicação muito mais do que merecida ao oscar de melhor atriz pelo papel de Juno McGuff (E quem aqui, como eu, acha que ela merecia o prêmio?). A mulher à direita é Diablo Cody, blogger, ex-stripper e vencedora do oscar de melhor roteiro original de 2008 por este filme delícioso.

Simplesmente delícioso. Não consigo encontrar outra palava para descreve-lo. Se fosse usar termos técnicos, diria que é um filme competente em todos os aspectos, da direção aos atores. Mas Juno não pode nem deve ser descrito com termos técnicos. Precisamos trabalhar no crucial desse filme, e o motivo pelo qual me apaixonei pelas essas garotas da foto: A sensibilidade e a beleza com que são tratados todos os delicados temas, num equilíbrio perfeito entre humor e drama, risos e lágrimas.

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Bye, Roy =/


Por Marcus Oliveira

Depois de Heath Ledger, cuja morte prematura chocou os fãs, agora é o adeus de um veterano do cinema. Roy Scheider, astro de Tubarão e All That Jazz, morreu na tarde de domingo em Little Rock, Arkansas, aos 75 anos.

Notícia completa aqui

Incrivelmente

     Por Eduardo “Incrível Mente” Prado

     Incrivelmente rico:  

             O trio imbatível de “No country for old man”, uma adaptação literária

       O filme Onde os fracos não têm vez, dirigido pelos inventivos irmãos Cohen. O roteiro chama atenção por sua capacidade de articular três personagens tão interessantes – um sujeito caipirão tipicamente norte-americano, um assassino quase demente de tão cruel e um xerife encarando a velhice – em uma convergência de presas e predadores que vão tecendo excelentes cenas de suspense (puramente visuais e virtuosas nos silêncios).

     Ironias na hora certa e atuações expressivas – cabe aqui uma merecida indicação de melhor ator, pela Academia, para o espanhol Javier Bardem – completam com muita categoria a coleção de méritos desse filme repleto de sangue e perseguições, que pode levar a estatueta de melhor filme do ano.  Ah, e o final é BOM, sim!!!! (ainda abismado com pessoas que protestaram no final da sessão…)

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Vai tomar no cu!

por Bruno Silva

Só para liberar minha raiva e meu desapontamento pelo preço dos ingressos para o show do cara acima.

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Will Smith tá virando lenda.

A-HA!
Por Marcus Oliveira

Desculpem a brincadeira piada sem graça. Fui com o Bruno hoje assistir esse filme hoje e acho que estraguei um pouco da diversão dele com essa infâmia. Por isso, e pelo fato dele ser chato muito exigente e querer colocar defeito em tudo, eu farei o review dessa vez.
(Bruno, o final do filme é totalmente satisfatório, pare de reclamar.)
Esse vai ser um review difícil de fazer sem spoilers. É um filme bom, sim, só que muito dependente do fator surpresa. Segue o trailer pra quem não faz idéia do que se trata, e, logo depois do continue, a crítica:

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Que putaria é essa?!

por Bruno Silva

O Heath Ledger morreu.

Noticia plageada do Omelete.

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Censura das bravas tira CS e EverQuest do mercado.

pendurando a escopeta
Por Marcus Oliveira

Eu tentei evitar esse assunto aqui, pois queria antes ver no que ia dar.
E deu merda.
Pra quem não sabe o que tá acontecendo, no dia 18 desse mês o PROCON de Goias lançou essa nota oficial:

“Em cumprimento de decisão judicial proferida pelo Juízo da 17a Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, válida em todo o território nacional, nos autos da Ação Civil Pública n° 2002.38.00.046529-6, o PROCON/GO está apreendendo no Estado de Goiás os jogos virtuais de vídeo-games e computadores: “Counter-Strike” e “Everquest”, que foram considerados impróprios para o consumo, na medida em que são nocivos à saúde dos consumidores, em ofensa ao disposto nos artigos 6, I, 8, 10 e 39, IV, todos do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

O jogo “Counter Strike” (reféns, bomba, fuga, assassinato, armas, técnicas de guerra, táticas de guerrilha) reproduz a guerra entre bandidos e policiais e impressiona pelo realismo. O jogo foi criado nos Estados Unidos e adaptado para o Brasil. No vídeo-game, traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas. A polícia invade o local e é recebida a tiros.

O participante pode escolher o lado do crime: virar bandido para defender a favela sob seu domínio. Quanto mais PM´s matar, mais pontos. A trilha sonora é um funk proibido. Nessa escala de violência, cada um escolhe suas armas: pistolas, fuzis e granadas. Na visão de especialistas, o jogo ensina técnicas de guerra, haja vista o jogador deve ter conhecimento sobre táticas de esconderijo, como se estivesse numa guerrilha.

O jogo “Everquest” leva o jogador ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos pesados; pois as tarefas que este recebe, podem ser boas ou más. As más vão de mentiras, subornos e até assassinatos, que muitas vezes depois de executados, o jogador fica sabendo (ou não) que era apenas uma armadilha para ser testado para entrar em um clã (grupo).

Os jogos violentos ou que tragam a tônica da violência são capazes de formar indivíduos agressivos, sobressaindo evidente que é forte o seu poder de influência sobre o psiquismo, reforçando atitudes agressivas em certos indivíduos e grupos sociais.

Todo consumidor goiano que se deparar com a distribuição e comercialização dos jogos virtuais “Counter-Strike” e “Everquest” deve acionar o PROCON/GO, via telefone 151 ou por meio do e-mail: consulta@procon.go.gov.br, visando a apreensão destes produtos.”
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Mais adaptações Game – Filme…

NÃÃÃOOOO
Por Marcus Oliveira

Tá, é notícia velha, mas eu descobri essa atrocidade agora e ainda estou agoniado: Mais games vão ser massacrados na telona.
As novas vítimas são Tekken, Onimusha e Castlevania.
Como eu sei que vão ser massacrados? Ora, pergunte para qualquer gamer porque ele não confia em adaptações game-filmes e ele vai te responder porque.
EU vou te dizer porque:

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Elfen Lied: Uma não-tão-breve análise sobre um grande anime

Lucy
Por Marcus Oliveira

Esse é o melhor anime que eu já vi…
Tá, não posso dizer que sou um grande assistidor de animes, então vou refazer minha frase:
Esse é um dos melhores desenhos que já assisti.

E nem preciso ir muito longe para concluir isso. Até a abertura de Elfen Lied é incrívelmente bela. Os desenhos baseados nas obras de Gustav Klimt, a música linda (Lilium, de Kumiko Noma), tudo nos prepara para a complexidade iminente do que nos vai ser apresentado em seguida.

Belíssimo, não? Então, antes de ler o resto desse post, assista.
Não quero estragar o tesão de ninguém com meus Spoilers e, de qualquer forma, esse post vai ser meio difícil de entender para que não assistiu…

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Quanta negada!

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