Todo mundo sabe que máquinas não têm sentimentos. Ou ao menos supõe-se. Seres altamente lógicos criados para as tarefas burocráticas que os humanos estavam com preguiça de continuar fazendo. Pobres seres explorados e incompreendidos. Acontece que não consigo ver um robozinho choroso, um computadorzinho sofrido que me dá muita dó. Fico realmente sentido.
Já pensou o que aconteceria se o Tom pegasse o Jerry? Ou o Frajola conseguisse se safar da Vovó e comer o Piu-Piu? Ou mais inimaginável ainda, o Coiote conseguindo pegar o Papa-Léguas? Pois é, um filho de um artista imaginou e o pai roubou a idéia e fez uma exposição com ela. Essa é Splatter.
Notíciazinha não tão nova assim, mas foi o de interessante dos últimos dias. Esta semana divulgaram as primeiros desenhos da nova série da Turma da Mônica, a Turma da Mônica Jovem. Sim, a molecada cresceu e virou mangá.
Acho que muita gente não vai simpatizar com o que eu escreverei aqui. Vão achar até meio imbecil e bobo da minha parte. Mas não importa. O que importa é que achei esse filme absurdamente e fantasticamente bom.
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Já imaginaram se o querido personagem acima fosse humano? Mas com as mesmas proporções do desenho. Algum maluco fez uma projeção com texturas naturais. E ainda fez com o Mario. O resultado são coisas absolutamente medonhas.
É incrível a quantidade de coisa boa que a gente não aproveita por simplesmente só poder ser um e estar apenas e um lugar. Ainda bem que existe a internet, pelo menos dá pra ter um gostinho das coisas. Um tempo atrás houve um concurso de arte na Hirshhorn Modern Art Gallery em Washington, DC. O tema era qualquer coisa que utilizasse apenas uma única folha de papel. Os resultados são incríveis.
Gripe com febre é realmente uma maravilha. Ela te conduz ao tédio e o tédio te leva a lugares mágicos nunca dantes desbravados da internet. Como um site, por exemplo, aonde você descobre quantas crianças de 5 anos você tem culhões de encarar na porrada. Eu aguento 39, pegando leve.
Aproveitei também para descobrir se estava apto a sobreviver à uma epidêmia de zumbis. De acordo com o quiz, eu como zumbis no café da manhã. O próximo passo é descobrir com quantas crianças-zumbis de 5 anos de idade eu posso tretar.
E mudando totalmente de assunto, mas não tão totalmente assim, alguém aí já foi assistir aquele filminho super família?
Não sei porque, mas achei essa imagem simplesmente sublime.
Me apaixonei perdidamente por essas duas damas da foto acima depois assistir Juno, dirígido pelo jovem Jason Reitman, o mesmo de Obrigado por fumar. A garotinha à esquerda da foto é Ellen Page, que aos 20 anos de idade recebeu uma indicação muito mais do que merecida ao oscar de melhor atriz pelo papel de Juno McGuff (E quem aqui, como eu, acha que ela merecia o prêmio?). A mulher à direita é Diablo Cody, blogger, ex-stripper e vencedora do oscar de melhor roteiro original de 2008 por este filme delícioso.
Simplesmente delícioso. Não consigo encontrar outra palava para descreve-lo. Se fosse usar termos técnicos, diria que é um filme competente em todos os aspectos, da direção aos atores. Mas Juno não pode nem deve ser descrito com termos técnicos. Precisamos trabalhar no crucial desse filme, e o motivo pelo qual me apaixonei pelas essas garotas da foto: A sensibilidade e a beleza com que são tratados todos os delicados temas, num equilíbrio perfeito entre humor e drama, risos e lágrimas.
Fala negada!