Todo mundo sabe que máquinas não têm sentimentos. Ou ao menos supõe-se. Seres altamente lógicos criados para as tarefas burocráticas que os humanos estavam com preguiça de continuar fazendo. Pobres seres explorados e incompreendidos. Acontece que não consigo ver um robozinho choroso, um computadorzinho sofrido que me dá muita dó. Fico realmente sentido.
Acho que muita gente não vai simpatizar com o que eu escreverei aqui. Vão achar até meio imbecil e bobo da minha parte. Mas não importa. O que importa é que achei esse filme absurdamente e fantasticamente bom.
Sim, eles são todos Bob Dylan. E não são também. Este filme não é uma biografia. Não é um documentário. Não é nem sobre o Bob Dylan. Esse filme é foda.
Em primeiro lugar, preciso pedir desculpas por minha ausência do blog nos últimos tempos. Pronto. Em segundo lugar, preciso pedir que qualquer pessoa que desgoste de filmes de terror não clique em “Continue lendo”.
Me apaixonei perdidamente por essas duas damas da foto acima depois assistir Juno, dirígido pelo jovem Jason Reitman, o mesmo de Obrigado por fumar. A garotinha à esquerda da foto é Ellen Page, que aos 20 anos de idade recebeu uma indicação muito mais do que merecida ao oscar de melhor atriz pelo papel de Juno McGuff (E quem aqui, como eu, acha que ela merecia o prêmio?). A mulher à direita é Diablo Cody, blogger, ex-stripper e vencedora do oscar de melhor roteiro original de 2008 por este filme delícioso.
Simplesmente delícioso. Não consigo encontrar outra palava para descreve-lo. Se fosse usar termos técnicos, diria que é um filme competente em todos os aspectos, da direção aos atores. Mas Juno não pode nem deve ser descrito com termos técnicos. Precisamos trabalhar no crucial desse filme, e o motivo pelo qual me apaixonei pelas essas garotas da foto: A sensibilidade e a beleza com que são tratados todos os delicados temas, num equilíbrio perfeito entre humor e drama, risos e lágrimas.
Globo ou TNT? José Wilker ou Rubens Ewald Filho? Tanto faz, os dois são chatos. De qualquer forma, vai ter que ser Globo, não tenho TNT. Merda. Esperamos o BBB8. Espero realmente que tenha tecla SAP. Não. Tá, vamos lá curtir uma bela tradução simultânea. “ha ha, ele fez uma piada.”
Assisti à cerimônia de entrega dos Oscars desse ano com o companheiro Marcus. Como sempre foi chato, mas é legal.
Confesso que não levava fé nenhuma nesse filme. Destruição de Nova York por um monstro gigânte, produzido por J.J. Abrams, criador do seriado Lost?
E aí começou aquele merchandising viral que esse tipo de filme faz, e eu perdi a fé mais ainda. Não gosto dessa necessidade moderna de Hollywood de tratar o filme pura e simplesmente como um produto a ser vendido.
Milhares de sites, traillers em dezenas de línguas, gente especulando sobre o filme, os posters chamativos… Tudo me incomodava.
Pra mim, filme bom não precisa disso.
Mas era tudo preconceito meu e, felizmente, quebrei a cara.
De quem estou falando? O.K., agora você acerta: fez sua estréia cinematográfica no clássico de horror “A hora do pesadelo“, em 1984, ao lado de nosso querido Freddy Krueger, já citado por aqui. Ainda não?…
Tá bom, que tal se eu disser que ele já foi indicado a três Oscars e tem uma parceria duradoura e proveitosa com o divertido Tim Burton? Fácil…
Minha gente, desculpem a falta de posts nos últimos dias. Marcus está viajando, eu e Eduardo… bem… sabe como é… É carnaval. Ziriguidum, balacobaco, telecoteco e uma preguiça macunaímica de fazer qualquer coisa que não seja dormir, beber e assistir TV. Mas eu tomei um pouco de vergonha na cara e depois de ver uma notícia legal, resolvi botá-la aqui.
Durante o intervalo do superbowl foi levado ao ar um vídeo do que eu acho que será a melhor animação de todos os tempos. Wall-e.
Zumbis são monstros até simpáticos. Tá certo que são só mortos-vivos que saem por aí procurando carne humana para devorar. Não são tão românticos quanto vampiros, tão profundos quanto o Frankestein ou Mr. Hide ou tão originais quanto o Homem Lagosta de Marte. Talvez seja por isso. Eles simplesmente matam pessoas nos filmes e é isso que a gente quer ver. Às vezes até dançam e cortam a grama:
Fala negada!