Refrões sem noção

por Bruno Novaes Silva

Uma das grandes inovações da música certamente foi o refrão, aquela parte execeutada à exaustão auditiva dos pobre ouvintes. O que é fantástico. É a alma da música pop. Nada melhor pra instalar uma música no subconsciente de uma pessoa do que atochando uma parte fácil, melodiosa e grudenta no seu ouvido. O grande problema é quando o refrão é forçado, porque “é necessário ter refrão”. Acaba gerando aberrações como as mostradas.

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Kick-Ass e Scott Pilgrim

por Bruno Novaes Silva

Existem duas HQ na hype “filmes baseados em quadrinhos” atual. Pra quem não faz parte desse mundo, são os filmes baseados em Kick-Ass – Quebrando Tudo! (malditos subtítulos), estreado no Brasil faz poucas semanas, e Scott Pilgrim Contra o Mundo, que estréia ainda este ano. Tive o prazer de ler os dois livros e vou contar sobre as minhas impressões.

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Instants

por Bruno Novaes Silva

Já a alguns anos têm surgido sites com os fantásticos intants. E é uma arte que tá se desenvolvendo. Começou timidamente, um único e solitário botão que ao ser apertado libera um som cultuado. Agora já são inúmeros em uma só página. Não duvido que em alguns anos ou décadas haverá uma incrível base de dados desses sons que tanto fazem parte da nossa cultura popular cotidiana. Continuar lendo ‘Instants’

Refrões do Muse

por Bruno Silva

Pois é, negadinha. Senti saudades e voltei. To chegando à conclusão de que o C, N! é tipo o irmão gêmeo malvado que nunca morre, sempre desaparece mas volta para uma reviravolta no plot. Enfim, sejam bem vindos novamente e espero que o blog seja bem vindo de novo no seu Google Reader.

Estou com uma música na cabeça hoje que não consigo me livrar. Até tirei ela na guitarra pra ver se exorcizo (o que não é uma coisa simples, guitarrinha não muito simples).  Essa música é Plug In Baby do Muse. Mas este post não é sobre a música. É sobre um assunto mais abrangente sobre a banda já citada. Banda que gosto bastante, aliás. Mas tem uma coisa que me incomoda nela. Eles não tem muita criatividade para refrões.

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De casa nova

O correnegada finalmente realizou o sonho da casa própria.

www.correnegada.com.br

And the Oscar goes to…

Por Lu Fávero

22.02.2009 -

Resolvi deixar a preguiça de lado e cumprir pelo menos uma das minhas infindáveis promessas de ano novo: assistir ao Oscar, inteirinho e sem as abomináveis dublagens habituais. Dispensei os (muitos) convites para assistir a cerimônia na agradável companhia de meus amiguinhos e litros de alcóol e parti – com pipoca, guaraná, sorvete e cobertor – para a minha mais nova aventura no mundo do cinema. Continuar lendo ‘And the Oscar goes to…’

Sobe?

por Bruno Silva

Pra vocês, qual foi o maior desastre musical dos últimos 50 anos? A selvageria do Punk e seus 4 acordes que fez com que todo mundo pensasse que pudesse tocar? A música eletrônica que de arte de vanguarda passou para “As Melhores da Pan 97″? Ou seriam todas as modas musicais brasileiras de 20 anos pra cá com a Lambada, o Pagode, Axé, Sertanejo, o Funk Carioca? Não sei de vocês, mas pra mim foi a música de elevador.

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Crepúsculo

Por Lu Fávero

Tenho problemas absurdos com adaptações literárias para o cinema, principalmente quando eu gosto do livro. Quando eu gosto MUITO, então, tudo fica ligeiramente mais complicado: tendo a ser ainda mais chata do que sou de costume – o que tecnicamente é impossível, mas sempre dá-se um jeito. Quando gosto MUITO MUITO MUITO, beirando a idolatria, sou a última pessoa do mundo que deveria ser chamada para um cineminha. “Crepúsculo” já tinha se tornado uma obsessão e, ainda assim – mesmo ciente de todos os riscos envolvidos – meu namorado me convidou para a pré-estréia nacional do blockbuster em cartaz lá fora desde o dia 21 do mês passado. “What a sick, masoquist lion”.

A peculiar fauna na fila do cinema ganhava em variedade da fauna de Forks e La Push somadas e multiplicadas por 20: de emos indies histéricas a bombados com a camiseta do “crepúsculinho”, não ficaram de fora nem os medonhos cartazes de “Edward eu te amo” que seriam mostrados pra tela do cinema. Pelo menos não vi ninguém com dentaduras vampirescas de plástico. O filme estava pra começar (depois dos 22 comerciais de lojas falidas do shopping) quando acabei de fazer o registro mental da população alternativa daquela selva em particular, que também incluía patys acéfalas e sem acuidade visual que foram ver o filme “ porque o Robert Pattison é liiiiiiiiindo”. Enfim surgia na grande tela, como anúncio da tão aguardada adaptação, um veadinho saltitante prestes a ser tornar uma apetitosa refeição.

A mártir-adolescente Isabella Swan deixa a ensolarada Phoenix e muda-se para a extremamente úmida Forks porque acredita que isso fará sua mãe mais feliz. E é na minúscula cidadezinha de pouco mais de 3 mil habitantes que, de guria invisível que gosta de poucas pessoas, Bella se vê transformada na possível matéria de capa do jornal da escola. Bla-bla-bla e cenas no refeitório, ela percebe a existência dos Cullen – família absolutamente reservada e ligeiramente mais pálida que a protagonista, que, não fossem os cabelos e olhos castanhos, passaria facilmente por albina. Em especial, nota Edward (a personificação da perfeição, segundo a autora da série de Crepúsculo) – que se tornará seu parceiro nas aulas de biologia e que, aparentemente, cria ojeriza instantânea a graciosa Bella. E, como toda mortal normal, ela resolve teimosamente se apaixonar pela criatura absolutamente fascinante com quem observa fases da divisão celular num microscópio. Ta-da, temos a história: vampiros, Google, lobos e sexo, muito sexo. (mentiraaaaa).

Quem leu o livro, conhece a história inteira. Quem não leu e não vai ler, procure um resumo no Google – não vou aqui analisar o enredo do filme, que é praticamente a mesmíssima história do livro. E se você não quer mais informações sobre Crepúsculo, não continue lendo. Dados os avisos, vou continuar. Continuar lendo ‘Crepúsculo’

Ciberlágrimas

por Bruno Silva

Todo mundo sabe que máquinas não têm sentimentos. Ou ao menos supõe-se. Seres altamente lógicos criados para as tarefas burocráticas que os humanos estavam com preguiça de continuar fazendo. Pobres seres explorados e incompreendidos. Acontece que não consigo ver um robozinho choroso, um computadorzinho sofrido que me dá muita dó. Fico realmente sentido.

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São os Sobrinhos

por Bruno Silva

E os dissidentes do já finado Los Hermanos já se atiram em outros projetos. E, graças à era da informática, podemos ouvir os resultados dessas novas aventuras musicais antes mesmo de chegar a lojas ou rádios ou até mesmo mais rápido que boatos. Deus salve o MySpace.

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Insípida e Burra

poster

Os olhos azuis e os cabelos loiros podem não ser os mesmos da Cindy de “Todo mundo em pânico”, mas Anna Ferris continua sendo Anna Ferris em “A casa das coelhinhas” (The House Bunny, 2008), mais uma de suas insípidas comédias. Dessa vez atendendo pelo fofíssimo nome de Shelley, ela interpreta uma coelhinha da Playboy semi-desmiolada, gostosa e absolutamente desastrada (qualquer semelhança com a protagonista das suas outras “comédias” deve ser mera coincidência).

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Carnificina Infantil

por Bruno Silva

Já pensou o que aconteceria se o Tom pegasse o Jerry? Ou o Frajola conseguisse se safar da Vovó e comer o Piu-Piu? Ou mais inimaginável ainda, o Coiote conseguindo pegar o Papa-Léguas? Pois é, um filho de um artista imaginou e o pai roubou a idéia e fez uma exposição com ela. Essa é Splatter.

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Novo Álbum do Oasis

por Bruno Silva

Como havia falado em um post anterior, o Oasis tá de album novo. Mas, calma! O álbum ainda não saiu, mas já pode ser ovido no MySpace da banda.

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Mamma Mia Let me Go!!

por Bruno Silva

E depois de meses e anos de especulação e espera, finalmente foi confirmado! Show do Queen no Brasil!

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AC/DC está de volta!

por Bruno Silva

E mais uma banda consagrada lançando coisa nova. Agora é a vez da banda mais Rock’n'Roll da história. Preparem-se, o AC/DC vai lançar disco novo e a primeira música já foi divulgada. Ah, como é bom um bom Rock’n'Roll!

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